Redes sociais já desinteressam usuários e caminham para descentralização

As redes sociais podem estar iniciando uma nova etapa. Nascidas para facilitar a conexão das pessoas e informar e ampliar o acesso a serviços, elas já não parecem cumprir bem esses papéis

O problema decorre da tentativa, por parte dos usuários, de fazer várias coisas simultaneamente, o que foi turbinado pela centralização em grandes plataformas, como Facebook e Instagram

O processo inverso – fragmentação ou descentralização – seria uma das possibilidades de tornar as redes sociais mais saudáveis, uma vez que permitem a experimentação de novos formatos

Além disso, redes mais restritas (focadas em grupos mais específicos) podem reduzir o estresse de informação – grande parte pautada pela cultura dos algoritmos, que não necessariamente é útil para todos

Dessa forma, ao invés de poucas plataformas centralizadas, a ideia é ter mais plataformas menores e personalizadas ou mais privadas e fragmentadas

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