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A quebra da patente do princípio ativo das famosas canetas emagrecedoras permitirá a fabricação de genéricos, aumentando a acessibilidade aos tratamentos no Brasil.
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Mais de dez indústrias brasileiras já pediram registro na Anvisa para produzir medicamentos à base de semaglutida, e a expectativa é de redução nos preços
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Em entrevista, José Vicente Marino, CEO do laboratório Aché, compara a semaglutida à penicilina, destacando o impacto significativo na democratização do acesso a tratamentos
José Vicente Marino Legacy talks
Segundo Marino, o exemplo da semaglutida repete o que já aconteceu com outros tratamentos essenciais, como as estatinas, cujo custo mensal despencou de R$ 400 para cerca de R$ 30 após a perda da patente
O executivo também cita as inovações do setor farmacêutico, ressaltando que a indústria brasileira se concentra em ampliar o acesso a medicamentos
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