Quebra da patente da semaglutida traz um novo horizonte para os medicamentos

Foto: Svastix/ Adobe Stock

A quebra da patente do princípio ativo das famosas canetas emagrecedoras permitirá a fabricação de genéricos, aumentando a acessibilidade aos tratamentos no Brasil.

Imagem gerada digitalmente

Mais de dez indústrias brasileiras já pediram registro na Anvisa para produzir medicamentos à base de semaglutida, e a expectativa é de redução nos preços

Foto: rifai_art/ Adobe Stock

Em entrevista, José Vicente Marino, CEO do laboratório Aché, compara a semaglutida à penicilina, destacando o impacto significativo na democratização do acesso a tratamentos

José Vicente Marino Legacy talks

Segundo Marino, o exemplo da semaglutida repete o que já aconteceu com outros tratamentos essenciais, como as estatinas, cujo custo mensal despencou de R$ 400 para cerca de R$ 30 após a perda da patente

O executivo também cita as inovações do setor farmacêutico, ressaltando que a indústria brasileira se concentra em ampliar o acesso a medicamentos

Foto: DuxX/ Shutterstock/ Modificada com IA

Leia a entrevista completa: