Mundo corporativo deve valorizar a “brain economy”, ou economia cerebral

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O termo refere-se à importância de colocar o pensamento humano no centro das economias globais ou locais, deixando a inteligência artificial em segundo plano, na função de aliada

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A saúde cerebral e as habilidades cognitivas emergem como motores de crescimento econômico, mesmo com transformações tecnológicas superando a capacidade humana de adaptação, com impactos tanto ao ambiente de trabalho quanto à vida cotidiana

Investir em saúde cerebral e habilidades cognitivas é essencial para o bem-estar das pessoas e o fortalecimento das economias, tanto locais quanto globais

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Especialistas do McKinsey Health Institute, que criaram o conceito de "brain economy", afirmam que tecnologias como a IA trazem riscos cognitivos, podendo causar problemas, especialmente entre os jovens

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Ao mesmo tempo, promover a saúde cerebral pode gerar economias de até US$ 6,2 trilhões no PIB global até 2050, representando 4% dos ganhos globais

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Por isso, investimentos em capacidade humana devem ter a mesma prioridade que a tecnologia, sendo fundamentais para moldar o futuro do trabalho e o bem-estar

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