Líderes são cada vez menos supervisores e mais arquitetos de cultura e performance

Ilustração digital

O modelo de liderança focado em controle se esgotou. Para o antropólogo Michel Alcoforado, o gestor deixa de supervisionar tarefas para atuar como arquiteto de cultura, engajando e combatendo a falta de engajamento dos times. 

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Na prática, o líder atual precisa gerir equipes multigeracionais valorizando a "fricção positiva" e utilizar a inteligência artificial para automatizar gargalos, liberando tempo para focar na estratégia e nas pessoas.

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Contudo, a IA exige cautela e mudança de mindset. Delegar totalmente a cognição à máquina pode causar erros e perda de originalidade, tornando a revisão humana e o julgamento crítico indispensáveis.

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Para garantir a alta performance, a gestão de pessoas precisa ter método e estrutura. Recomenda-se adotar quatro pilares: clareza de expectativas, desenvolvimento prático , acompanhamento de apoio e reconhecimento.

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