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No Rio2C, Ana Flávia Cabral (Orquestra Sinfônica Brasileira) e Amora Mautner (TV Globo) defenderam que arte, emoção e formação humanista são matérias-primas da criatividade
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Na prática, inovar exige estabelecer conexões improváveis no cérebro, algo impulsionado pela vivência cultural. Contudo, o enfraquecimento do estudo de filosofia, sociologia e artes tem gerado uma grave crise criativa
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Esse colapso se agrava com o avanço da inteligência artificial. Como a IA foca apenas na execução eficiente e não sente emoções, empresas obcecadas exclusivamente por automação e performance arriscam perder a capacidade genuína de imaginar.
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O caminho para resgatar a inovação passa por gerir as equipes como uma orquestra sinfônica: em vez de uniformizar, os líderes devem buscar a harmonia entre talentos distintos, estimulando a diversidade de pensamento e o contato com a arte
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