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As empresas familiares brasileiras têm aumentado a presença de CEOs externos, buscando maior profissionalização, eficiência e desempenho superior
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A motivação central é a busca por resultados consistentes mesmo diante de desafios estruturais.
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No entanto, segundo levantamento da Fundação Dom Cabral (FDC) sobre o tema, embora esses executivos entreguem desempenho financeiro superior, sua permanência no cargo costuma ser abreviada por fatores que vão além das metas
A razão disso seria um ambiente onde decisões formais convivem com dinâmicas informais de poder, criando o que especialistas descrevem como um “organograma invisível”
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A autonomia do CEO depende de governança madura, regras claras, acordos de acionistas e suporte para gerir conflitos; sem isso, tende à volatilidade
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