Ilustração digital
O Brasil caiu sete posições em relação ao resultado do ano passado e passou a ocupar o 65º lugar no Ranking Mundial de Competitividade 2026, elaborado pelo IMD e pela Fundação Dom Cabral (FDC), refletindo piora em eficiência e infraestrutura
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O resultado mostra que o alto custo de capital e de se fazer negócios dificulta os investimentos, impedindo o país de converter seus ativos (como atração de capital e energias renováveis) em ganhos consistentes
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As principais fragilidades são estruturais e ligadas ao capital humano: o Brasil figura entre os últimos colocados globais em educação básica, produtividade da força de trabalho e habilidades linguísticas e financeiras
Apesar da queda, o Brasil segue apresentando indicadores de destaque em áreas estratégicas, como energia renovável, atração de investimentos e empreendedorismo
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O estudo conclui que a competitividade vai além dos recursos naturais e exige capacidade de adaptação. Para avançar, o país precisa unir instituições eficientes e o desenvolvimento contínuo de pessoas
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