Agentes de IA não excluem humanos, mas provocam mudança no perfil profissional 

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Ana Gabriela Lopes (CMO do iFood) e Guilherme Bernardes (CMO do Santander) apontam que a incorporação da IA não elimina o trabalho humano, mas transforma sua natureza, assumindo a operação para que as pessoas foquem na estratégia

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Os agentes aceleram rotinas complexas, como modelagens de risco no banco, que caíram de semanas para horas. No iFood, já há mais agentes (12 mil) do que funcionários (8 mil), liberando as equipes para criatividade e tomada de decisão

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Apesar dos ganhos de produtividade, o avanço tecnológico gera receio e insegurança nos colaboradores. Esse cenário exige um cuidado de gestão profundo para evitar que a inovação seja encarada como uma ameaça de substituição

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 Para reduzir a resistência, as empresas apostam na cultura de experimentação e na formação interna. A liderança também muda: o foco deixa de ser a execução e passa a ser a habilidade de contextualizar problemas e fazer as perguntas certas

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