O índice de felicidade brasileiro está abaixo da média do resto do mundo, conforme aponta pesquisa realizada pela Pluxee, bandeira de cartões de benefícios. O The Happiness Index, elaborado a partir de dados de 23 mil funcionários de empresas baseadas no Brasil, aponta que o índice nacional de felicidade é de 7,3, contra 7,6 globalmente.
O engajamento no trabalho é um desafio ainda maior, tendo em vista que a pontuação brasileira é de 7,1, enquanto a média mundial é de 7,9 pontos.
A pesquisa mostra que há uma diferenciação entre as idades, com as gerações antigas apresentando índices melhores. Os jovens puxam a média nacional para baixo, com a faixa entre 19 e 30 anos apresentando índices de felicidade e engajamento em 6,7.
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A média melhora entre os entrevistados de 31 a 40 anos (7,2) e atinge a pontuação global entre os trabalhadores com 41 a 50 anos (7,6). Os índices de brasileiros entre 51 e 60 anos são de 7,8 e chegam ao pico de 8,1 acima dos 60 anos.
Por que a diferença na idade?

Em entrevista ao Valor Econômico, Fabiana Galetol, diretora executiva de pessoas e responsabilidade social corporativa da Pluxee, indicou que os jovens apresentam índices piores devido ao desequilíbrio entre vida pessoal e profissional. Outros problemas seriam a falta de inspiração e a sensação de que eles não são ouvidos e valorizados em seus ambientes de trabalho.
Medidas para contornar este cenário estão na promoção de um ambiente mais inclusivo que permita que esses trabalhadores possam ser ouvidos. O investimento em programas de mentoria e desenvolvimento de carreira também são formas de ajudar os profissionais a se sentirem mais valorizados.
Diferenças regionais
Ainda segundo a pesquisa, os melhores índices de felicidade e engajamento foram encontrados na região Norte, com 7,9. Já o pior fica com o Sudeste, em 7,0.
O motivo seria porque o Sudeste apresenta menores oportunidades para progressão de carreira entre os entrevistados. Outras justificativas seriam a rotina de vida mais estressante por conta do trânsito nas grandes cidades, a competitividade no mercado de trabalho e, novamente, o desequilíbrio entre vida social e profissional.
Dúvidas mais comuns
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Felicidade no trabalho envolve a construção de um clima organizacional positivo, colaboração entre os profissionais, infraestrutura adequada, boa saúde financeira do negócio, posicionamento no mercado e certa estabilidade para os funcionários. Esses fatores contribuem para um ambiente onde os trabalhadores se sentem motivados e satisfeitos.
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O índice de felicidade no trabalho no Brasil é de 7,3, abaixo da média global de 7,6. O engajamento é ainda menor, com 7,1 no Brasil contra 7,9 no mundo. Esses números indicam que os brasileiros estão menos felizes e engajados em seus empregos em comparação com a média global.
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As gerações mais antigas apresentam índices maiores de felicidade e engajamento, com pessoas acima de 60 anos atingindo 8,1 pontos. Já os jovens entre 19 e 30 anos têm os índices mais baixos, em torno de 6,7, devido a desequilíbrio entre vida pessoal e profissional, falta de inspiração e sensação de não serem valorizados.
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Os jovens enfrentam desequilíbrio entre vida pessoal e profissional, falta de inspiração e a sensação de que não são ouvidos ou valorizados em seus ambientes de trabalho. Isso impacta negativamente sua motivação e satisfação no emprego.
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Promover um ambiente mais inclusivo onde os jovens possam ser ouvidos, investir em programas de mentoria e desenvolvimento de carreira são estratégias eficazes para aumentar a valorização e o engajamento desses profissionais.
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A região Norte apresenta os melhores índices, com 7,9 pontos, enquanto o Sudeste tem os piores, com 7,0. Isso se deve a menores oportunidades de progressão de carreira, rotina estressante, trânsito intenso e alta competitividade no mercado de trabalho no Sudeste.
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Valores fundamentais incluem ética e integridade, colaboração e trabalho em equipe, além de comprometimento e responsabilidade. Esses valores constroem confiança, melhoram o ambiente e garantem a entrega de resultados, contribuindo para a felicidade e o engajamento dos funcionários.